Monday, December 31, 2007
Friday, November 30, 2007
Monday, November 19, 2007
Friday, November 16, 2007
Thursday, November 08, 2007
Friday, November 02, 2007
Wednesday, October 31, 2007
Tuesday, October 23, 2007
Poema Concreto
Queria falar sobre Ana, mas rá. Eu ri.
De longe a gente cisma que há errata.
É preciso saber. É preciso não morrer por enquanto.
Anima.
O destino vai com os cavalos. Tempos que não voltam mais.
De celibato. De água benta. De silêncio.
Auto deficiente. Distinto, distante e divino.
Sobre a ignorância dos cavalos, sabe.
Sobre as costas do destino, sobe.
Aos olhos, faz-se íntegro e pouco.
O poeta queria falar sobre a Ana.
*
Saturday, August 25, 2007
Saturday, August 18, 2007
1- Amo dormir. A posição horizontal me seduz.
2- Falo sozinha com freqüência.
3- Tenho a tal "síndrome das pernas inquietas".
4- Não suporto o barulho do milho de pipoca batendo na panela.
5- Coço a nuca quando fico nervosa ao falar em público.
6- Pulo na piscina de roupa quando alguma coisa de ruim acontece comigo na aula da noite.
7- Se a coisa ruim for de dia, grito bem alto no meio da rua.
8- Minhas gargalhadas são inconstantes e não são uniformes.
9- Antes de dormir, sempre saem umas lágrimas.
10- Durmo sorrindo.
11- Estalo o pescoço e os tornozelos a cada 20 minutos.
12- Tenho crises de riso e de choro freqüentes, mas em situações separadas.
13- Tenho um ritual de fazer prova: tirar todas as bijuterias, estalar os dedos, arregaçar as mangas.
14- É.... ele existe. E penso nele em todos os meus momentos vagos.
Passaram de sete, eu sei. Gostei disso e ainda vou continuar essa lista...
Thursday, August 09, 2007
Saturday, August 04, 2007
e mexe no meu cabelo daquele jeitinho
sorri com covinhas (apesar de só eu conseguir vê-las)
e tem pintinhas no rosto.
Mas preferia não saber de tudo isso.
Me cuida quando estou doente e me beija na testa.
O olhar parece de reprovação, mas era pra ser misterioso.
E eu tenho vergonha de comer na frente dele.
Tem um gosto musical feminino.
Me chama de linda na hora que eu quero ouvir mesmo que seja mentira.
E, tenho que admitir, até que ele é engraçado.
Mas eu nem o conheço direito.
E solfeja enquanto anda.
E canta enquanto fala.
É indefinível, inacessível e intocável.
Não é meu.
Wednesday, August 01, 2007
Sunday, July 22, 2007
Tuesday, July 17, 2007
-
Caro eu-aparente,
Saturday, July 07, 2007
A canção eu fiz pra sobreviver
Coração aperta, canto pra respirar
Toco minha viola pra poder sonhar
Eu não quero nada que faz doer
Quero amar o mundo, quero amar você
Quado você não está eu vou tocar tambor
Extraviar no pulso toda a minha dorUm dia o amor acaba
Invade a dor deságua
Transborda a minha alma
Vazia está agora
Eu não sou maluca nem quero ser
Mas a noite passa e eu não vou dormir
As flores me agradam, tentam me colorir
Toco uma toada pra poder te ouvir
Eu não sou ateu nem quero ser
Deus te abençoe, rezo por você
Eu vou tocar a flauta pra me despedir
De longe minha alma vai velar por ti
Thursday, July 05, 2007
Tuesday, July 03, 2007
Mas disse, ao acaso:
-
Wendy ficou muito suspresa, mas interessada. Então, com um sedutor gesto de sala de visitas, por um leve toque em sua camisola de dormir, indicou que ele podia sentar-se perto dela."
Sunday, July 01, 2007
Saturday, June 30, 2007
Thursday, June 28, 2007
despedida de tempos passados "por una cabeza"
Tenho muitas palavras engasgadas e muito choro contido
Precisava muito dizer o que você já sabia.
E não queria saber.
Essa é a última das muitas coisas que eu não entendo.
Não posso mais me acomodar na indecisão.
Sufocar os pensamentos.
Não existe lugar pra mim nessa história toda.
Agora eu sei disso.
A essa altura, aprendi a não perguntar o que a resposta me faz ter medo.
Não quero ser sonsa, apesar de ter sido nos últimos tempos.
Só pra ser como você gosta.
E também não queria ficar sem a sua presença.
Mas é necessário.
Não poderei estar aqui para sempre.
Vou me odiar se machucar você.
E não quero me odiar.
Mas também não quero que você seja minha desculpa pra chorar.
Sei que estraguei uma amizade que poderia ter sido muito boa.
Mas sei que você vai sair bem de tudo isso. Bem melhor do que eu.
Estive errada.
E esse conceito é o que eu vou levar de bom.
Aprendi que preciso me preservar.
E não posso (consigo) enfrentar isso.
"Na vida, há os que enfrentam as adversidades e os que fogem. Fugir é melhor."
(escrito dia 27 de junho)
Saturday, June 23, 2007
... está ela, tentanto ser o mais sonsa possível, apesar de essa não ser ela.
Está quem de tão segura se perdeu. E de tão ansiosa perdeu.
Talvez ela não seja mesmo pra esse tipo de coisa...
familiar...
ou talvez só esteja esperando o momento certo.
Do lado de cá...
... está tudo o que ela sempre quis ser, comer vestir e falar.
Está o errado, não é quando a gente 'está'?
Nem sei se estou, estive apenas uma vez.....
longa e tenebrosa..... e errada
Tuesday, June 19, 2007
A sonolência enrustida impede que
abram os olhos por completo.
O andar lânguido acolchoado
em sapatos de algodão...
O pensamento longe...
Nefelibata.
Diria hipócrita.
Os olhos anseiam
e os passos direcionam seu objetivo maior.
Mandam
quando fingem obedecer.
Encantam
quando fingem não ligar.
Conseguem.
Quisera eu ser sonsa.
Tuesday, June 05, 2007
Sunday, May 27, 2007
"EU SEI QUE AGENTE SE ACOSTUMA...MAS NÃO DEVIA.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor.
E,porque não tem vista,logo se acostuma a não olhar para fora.
E,porque não olha para fora,logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E,porque não abre as cortinas,logo se acostuma a acender cedo a luz.
E,a medida que se acostuma,esquece o sol,esquece o ar,esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado,porque está na hora.
A tomar o café correndo,porque está atrasado.
A ler o jornal no ônibus,porque não pode perder o tempo da viagem.
A comer sanduíche,porque não dá para almoçar.
A cochilar no ônibus,porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e a ouvir no telefone "Hoje não posso ir."
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma à poluição.
Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
À luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias da água potável.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.
Em doses pequenas,tentando não perceber,vai afastando uma dor aqui,um ressentimento ali,uma revolta acolá.
Se a praia está contaminada,a gente molha só os pés e sua o resto do corpo.
Se o cinema está cheio,a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se o trabalho está duro,a gente se consola pensando no fim de semana.
E,se no fim de semana não há muito o que fazer,a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma pra não se ralar na aspereza,para preservar a pele.
Acostuma-se para evitar feridas,sangramentos,para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta,e que,de tanto se acostumar,se perde de si mesma."
Nem sei de quem é isso. Tirei do orkut da Carol. Perguntem pra ela.
Sunday, May 20, 2007
Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Ah, se ao te conhecer
Dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios ainda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir.
Saturday, May 19, 2007
Thursday, May 17, 2007
Friday, May 11, 2007
Nunca se conhece de todo.
Mas me conheço o bastante pra saber que não estou fazendo nada de errado.
E julgamentos, estes sempre existirão
porque certas pessoas nada tem a fazer.
Se acham os bons, os inteligentes, os tais....
E é por aí, também, que dá pra perceber quem realmente é amigo.
Amigo é aquele que apóia e fala a verdade
que está por perto
que com aquele abraço faz tudo passar.
Estou conhecendo meus novos amigos
e os velhos que sempre vale a pena conhecer mais.
Àqueles que não são paciência.
Vão aprender a entender quando o ser...
E me embaraço toda nessa confusão.
Dos que foram, dos que irão ser e dos que vão deixar de...
Vivendo e vendo que os bonitinhos e gracinhas podem ser grossos
e cismar com certas coisas
e causar decepção
sem que a gente desista deles
porque mesmo que eles não falem muito com a gente
e porque não são tantas as afinidades
(ou talvez porque ainda não houve tempo pra isso)
eles estão no coração
(e o motivo disso é mera intuição pq nem eu mesma sei o porquê de eles estarem lá).
Que os chatos podem ser companheiros.....
Muito agradáveis, por sinal, apesar de tudo e de todos....
E que, a vezes, tudo e todos não importam mais....
o que pode fazer a gente se sentir meio sozinha.
Saturday, May 05, 2007
Thursday, April 19, 2007
Eu não tenho culpa.
Não sei se essa foi a coisa certa a se fazer,
Mas nem tudo que a gente planeja acontece.
Eu peço desculpas.
Talvez.
Não quero acusar a mim mesmo.
E, se por um acaso houver alguém aí, será melhor acusá-lo.
Esqueça o que eu disse e acenda um fósforo.
Esse odor está quase insuportável.
Côncavo
...
Quando olhaste bem nos olhos meus
e o seu olhar era de adeus
juro que não acreditei.
É que as imagens correm mais rápido que eu mesma
e vão pro infinito...
Eu, passarinho, continuo no mesmo lugar
encima do meu foco.
Olho pro espelho e não vejo nada.
Você, passarão.
Segue o caminho, corre pelo ar, brinca na brisa...
Paralelos, às vezes, se encontram sabia?
Nada no espelho
y aunque nadie merezca ser feliz
a imagem pode estar atrás do espelho...
ou atrás da porta...
Escutando os segredos que você não quis me contar
e chorando baixinho.
Friday, April 06, 2007
Wednesday, February 21, 2007
Monday, January 22, 2007
Sabe, é bom se sentir apaixonado.
Faz com que aquela sensação de ter aluguma coisa que ninguém tem fique por mais tempo.
Este ano fui abandonada quatro vezes.
Por gente que eu era apaixonada.
Ou nem tanto.
Nem tanto foi primeiro. Não tenho muito a declarar. Faz tempo que não sei se amigo o é, ou era.
Mas gostava de ver todo dia, e de pisar em terreno inimigo.
Depois foi quem era um quase "nem tanto". Que me fez achar que tinha a ver. Nem sei se tinha.
Mas sabia que alguém lembrava minha existência.
E depois a amiga de pouco tempo... que me fez chorar em casa pela surpresa, que me fez aprender muita coisa, que me fez fazer esse blog... Mas quando o mediterrâneo chama, a gente tem que obedecer.
Mais tarde e não menos dolorosa foi a partida da minha amiga de infância. Não chorei menos também. Muitas vezes eu quis estar mais perto e não estive. Mas vou sempre me lembrar daquele abraço que me salvou do fracasso mais profundo.
Sabe, em muitos momentos eu sinto não ter estado tão perto. Sinto por ter escolhido um caminho paralelo, que nem sempre me faz ter orgulho. E sinto que dei as costas...
Mas também costumo gostar mais do que ser gostada... mas acho que, na vida, isso também acontece.